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em 30/10/2008 15:18:51 (1957 leituras)

Em comemoração ao 55º aniversário de Ferraz de Vasconcelos, o Jornal do Município traz nesta e na próxima edição um raio-x dos quatro principais bairros da cidade: Vila Santo Antônio, Vila Correa, Vila Margarida e Parque São Francisco. Nosso objetivo é reportar através da voz dos munícipes, nomes, fatos e acontecimentos que contribuíram para a história e desenvolvimento destes bairros, hoje considerados as maiores potências do município.

Vila Santo Antônio

Raio-x do bairro

Não há informações concretas sobre a data de nascimento deste bairro. No entanto, de acordo com o testemunho dos munícipes que presenciaram o desenvolvimento da Vila Santo Antônio o local surgiu em meados da década de 50.

Naquela época o bairro compreendia grande extensão territorial dentro do município. Porém com o passar dos anos, devido ao exorbitante crescimento populacional e habitacional, a Vila passou por divisões. Através dela, criou-se os bairros: Jardim Júlio de Carvalho, Vila dos Americanos, Vila Solar e outros.

Hoje, a Vila Santo Antônio é um dos bairros mais importantes de Ferraz de Vasconcelos, pois ela abrange, além de um número expressivo de moradores, subsídios para a sua própria sustentação. No bairro estão instaladas indústrias e fábricas conhecidas nacional e internacionalmente. O que garante para os moradores locais, oportunidades de empregos em diferentes áreas ocupacionais, e para o município, uma expressiva arrecadação.

O número de comércios também é significativo. Existe grande oferta de estabelecimentos comerciais de pequeno, médio e grande porte. Na Vila Santo Antônio os munícipes encontram desde o simples barzinho da esquina, até drogarias, lojas de conveniências, restaurantes, floriculturas, lan houses, mercados, açougues, cabeleireiros, Casas do Norte, papelarias, mecânicas, brechós, e outros.

Na área educacional, o bairro possui três escolas municipais e uma escola particular. Para o próximo ano, a prefeitura municipal de Ferraz de Vasconcelos pretende colocar em funcionamento o Centro Educacional Unificado, o popular CEU da Vila Santo Antônio. O local vai oferecer dois turnos, divididos em creche infantil, ensino fundamental e Ensino para Jovens e Adultos (EJA). A estimativa é que o CEU atenda 2 mil alunos, que terão além da grade educacional padrão, atividades de cultura, esporte e lazer.

Já na área da saúde, a Vila conta com uma Unidade Básica de Saúde, que é referência para todos os bairros de Ferraz. Os munícipes também têm a disposição o transporte feito pela empresa Radial. A principal linha de ônibus é entre o bairro Cidade Kemel e Guaianases SP.

No que se refere à atenção religiosa e social, o bairro comporta grande número de igrejas evangélicas com diferentes denominações e ainda as Comunidades Kolping, Centro Cultural Fé e Cidadania e Associação Educacional Beneficente de Ferraz.

Entretanto, o destaque é a igreja Católica Comunidade Vila Santo Antônio implantada na década de 60. A unidade atende o Serviço Promocional Nossa Senhora Aparecida e o Centro de Juventude Santo Antônio.

Nos últimos quatro anos, a prefeitura municipal de Ferraz de Vasconcelos através do prefeito Dr. Jorge Abissamra (PSB) tem realizado inúmeras obras, como a ampliação da EMEF Miriam Alckmin, construção da creche Hugo Mazzuca, ampliação da creche Santo Antônio, construção de praças, pavimentação e iluminação das ruas, com o objetivo de melhorar o bairro. Para o próximo ano, está prevista a canalização dos córregos Vila Santo Antônio e Ribeirão Itaim, com regularização fundiária.


A história na voz dos munícipes...

... “Meu nome é David Ferreira Loureiro, sou português e tenho 81 anos de idade. Reporto-me com carinho a criação e o desenvolvimento do bairro Vila Santo Antônio em Ferraz de Vasconcelos. Eu, juntamente com minha família chegamos à cidade no ano de 1962, quando o bairro possuía aproximadamente 400 residências (maioria das casas pertenciam ao banco AE Carvalho-hoje desativado) e cerca de mil moradores, entre eles, a família Dias encabeçada por Antônio Dias, o fundador do bairro.

No mesmo ano, percebi que os moradores tinham necessidade em fazer compras e o acesso ao centro da cidade era um tanto complicado. Foi aí, que decidi implantar meu primeiro comércio, uma mercearia na Rua Itororós. Cheguei a ter 100 clientes na caderneta. Comprava com descontos para vender produtos baratos.

Com o passar dos anos, sabendo da realidade e a prioridade da Vila Santo Antônio me dispus a lutar por melhorias. Lembro-me que o bairro não possuía escola, igrejas, postos de saúde e principalmente segurança. O que me fez interpelar junto a prefeitura municipal da cidade e ao chefe da Casa Civil para a implantação de tais benefícios - estes que foram atendidos com o passar dos anos.

Um dos fatos marcantes na história do bairro foi à construção da igreja Católica em meados de 1965, na qual eu também tive participação. Neste ano, antes de dar início às obras, a Vila recebeu diversas quermesses com o objetivo de arrecadar fundos para a construção. A pedido de um dos padres, tive a incumbência de administrar estas quermesses.

Esta era uma época em que os próprios moradores prestavam serviços de solidariedade e necessidade. Na parte de saúde, Ferraz ainda não possuía ambulância, e por isso, prestei diversos socorros em meu carro. Inclusive duas mulheres deram à luz no veículo. Já na parte de segurança, a cidade comportava uma delegacia somente para registrar ocorrências, os presos eram direcionados para o município de Poá. É por isso, que eu juntamente com outro morador atuava como Inspetor do Quarteirão, uma espécie de vigia. As pessoas vinham fazer as queixas e eu tomava as devidas providências. Limpei a marginalidade da Vila Santo Antônio.

Recordo-me também que outra necessidade do bairro era a pavimentação das ruas. Porém, este benefício só chegou à Vila Santo Antônio por volta de 1980. Este era um período em que os próprios moradores pagavam o asfalto, diferente dos dias de hoje.

Ainda nesta época, com a expansão e o desenvolvimento da Vila Santo Antônio passei a direção da mercearia para meu filhos, Joaquim e Antônio. Em seguida, a mercearia foi desativada dando lugar à fábrica de lustres. Mais tarde, eles abriram o Mercado Batalha na mesma Rua. Hoje o estabelecimento está com outra direção.

Ao longo dos anos, acompanhei a chegada de novos moradores, a instalação de escolas, postos de saúde, indústrias, comércios e a evolução do local. Sei o quanto foi importante a minha participação no desenvolvimento da Vila Santo Antônio.

A Câmara Municipal de Ferraz reconheceu esta participação. E assim no dia 28 de setembro de 2006 me concedeu o título de cidadão ferrazense. A homenagem de autoria do então vereador Flávio Batista de Souza, o Inha especifica a dedicação e o trabalho em prol do desenvolvimento do bairro. Embora seja português, gosto muito do Brasil, de Ferraz de Vasconcelos e da Vila Santo Antônio”...


Casa do Norte Nossa Senhora Aparecida é referência no bairro

Antes de falar da popularidade deste restaurante na Vila Santo Antônio é preciso conhecer a trajetória de vida do paraibano, Francisco de Alencar dos Santos, mais conhecido como Ceará.

Ceará chegou a Ferraz de Vasconcelos em meados de 1985, se mudando dois anos mais tarde para a Vila Santo Antônio. “Quando mudamos para cá, o bairro tinha poucas casas e a maioria das ruas era de terra. Só existia o mercado Batalha, a padaria Rio Dalva e alguns barzinhos. A Vila Santo Antônio ainda não tinha postos de saúde, e contava apenas com a escola Alfredo Frós Neto, hoje a EMEI.”, conta.

Nesta época, ele recebeu apoio do atual vereador, Geraldo Pereira Lins (PTB), o Geraldo da Casa do Norte, que lhe hospedou em sua residência durante sete anos.

Em 1992, Ceará decidiu montar seu primeiro comércio. Foi aí que juntamente com sua esposa, Aélida Leite Alves de Alencar, passou a comercializar sorvete na Rua Tupinambá nº 10. Anos mais tarde, o comércio foi ampliado transformando-se em uma Casa do Norte.

O Comércio

A compra de um terreno na Rua Maria Rosa de Jesus nº 05 no ano de 1997 deu início à implantação do popular restaurante Casa do Norte Nossa Senhora Aparecida. Telefone: 4675-1528.

Em 2002, o local que possuía um bar e a famosa Casa do Norte, já era reconhecido por moradores do bairro e da cidade. A partir daí, Ceará resolveu implantar os serviços de Restaurante.

Com o sucesso certeiro. O proprietário precisou ampliar o estabelecimento em 2005. Foi assim, que ele construiu o 2º pavimento – o que proporcionou um espaço amplo para a melhor acomodação dos clientes.

“Sempre prezamos a qualidade dos serviços e o atendimento. Os clientes são nossos patrões. É por isso que em 2009 estaremos criando um 3º pavimento, nosso objetivo é melhorar os nossos serviços”, diz Ceará.

A Casa do Norte Nossa Senhora Aparecida oferece os serviços de bar, restaurante e Casa do Norte. O atendimento para almoço é de segunda a sábado. O cliente tem diversas opções: fava na terça-feira, churrasco com baião de 2 toda quinta-feira e feijoada aos sábados e quartas-feiras.


Vila Correa

Zé do Periquito conta a história da Vila Correa

Morador da Vila Correa há 48 anos, José Schiavinati de 71 anos, mais conhecido como Zé do Periquito, colocou a mão na massa literalmente e ajudou no desenvolvimento e progresso do bairro.

Quando chegou em Ferraz de Vasconcelos, Zé do Periquito, trabalhava na construção civil e construiu muitas casas na localidade, naquela época havia poucas residências na região e a paisagem verde predominava. “Era tudo mato, existiam aproximadamente apenas 250 moradias”, afirma.

O bairro carecia de melhorias na infra-estrutura, as ruas eram de barro, não havia energia elétrica e tão pouco água encanada. De acordo com Zé do Periquito, os moradores do bairro tiveram que custear os postes para a chegada da energia elétrica na comunidade. “Nós (Zé do Periquito, mais três moradores, entre eles, o João Garcia) pagamos os postes da Avenida Nilo Peçanha, por volta dos anos 60 para que a concessionária de energia “Light” levasse luz até a Vila Correa”, relembra.

Durante o governo Maluf (1979-1982), chegou à água encanada, a pedido do Padre Melo, através da rede de água do município de Poá, porém, era necessário ter uma quantidade mínima de moradores em uma rua para que a empresa estendesse o beneficio.

O telefone chegou por volta de 1967, entretanto, Zé do Periquito, relembra a dificuldade de efetuar uma ligação. “Ficava quatro horas esperando a telefonista transferir a ligação, era muito difícil”, afirma.

Contudo, apesar das dificuldades de infra-estrutura do bairro, a comunidade era bem solidária uns com os outros, a primeira televisão, por exemplo, era compartilhada com toda a vizinhança, afirma a esposa do Zé do Periquito, a vereadora Anália Schiavinati. “A gente fazia fila na casa da ‘mãe do Zé Caetano” para assistir a novela “Direito de Nascer”, revela.

Unidos, os moradores do bairro conquistaram juntos um grande beneficio para a comunidade, a construção do Hospital Regional que antigamente chamava-se “Estela Mazuca” e trouxe desenvolvimento para a localidade em 1964. “Os doutores Orestes e Isíris Florindo (fundadores), fizeram os carnês e venderam os títulos para os moradores que se tornaram sócios-proprietários do hospital. Depois devido à alta dívida com o INSS, fizeram o consórcio entre três municípios, sendo eles, Poá, Itaquaquecetuba e Ferraz, só que a parceria não deu certo e em 1986 foi estatizado”, afirma.

A primeira via pavimentada foi a Avenida Brasil realizada pelo governador de São Paulo, Carvalho Pinto(1959 a 1963), porém, foi o prefeito Ângelo Castelo (1977 a 1983 e 1989 a 1992) que asfaltou 80% do bairro.

O centro comercial da Vila Correa era bem diferente do que é hoje, um dos primeiros comércios da localidade foi a padaria São Francisco, que ainda existe. A primeira escola foi a “Vila Correa”, à área que atualmente a unidade escolar está instalada foi desapropriada em 1976 e até hoje a municipalidade não pagou revela Zé do Periquito. “Na época houve uma briga, falaram que a metragem está errada, hoje a maior dívida da Prefeitura vem desta época”, afirma.

Indagado sobre o curioso apelido Zé do Periquito, ele explica que surgiu por ser criador da ave, além de ser palmeirense. “Quando o Palmeiras ganhava, ajuntava os amigos em cima do meu caminhão verde para comemorar e aí surgiu o apelido, porque perguntavam de quem era o veículo, daí falavam que o caminhão era do Zé que cria periquitos”, afirma. Zé também foi três vezes vereador de Ferraz de Vasconcelos, nos anos de 1976, 88 e 96, e duas vezes vice-prefeito da cidade, colaborando com o crescimento de Ferraz, sobretudo, da Vila Correa.

Aos 71 anos, o ex-vereador não pensa em parar de trabalhar, ele cultiva num terreno próximo do hospital 60 pés de café e uma vez ao ano distribui três sacas de café para toda a comunidade.

“Vendi todo o bairro”, afirma Geraldo

Vindo do Rio de Janeiro em 1952 para o bairro da Vila Correa, o corretor de imóveis, Geraldo do Nascimento Filho, deparou-se com uma cidade que não tinha nada, era só mato.

Começou a trabalhar na imobiliária Bom Pastor, vendia terrenos com prazo de prestação de dez anos e incluía na negociação a venda de 10 mil tijolos para ajudar os clientes, na sua maioria oriunda do Nordeste, a construir à moradia.

Em 17 de fevereiro de 1953, nasceu oficialmente a Vila Correa, com a aprovação da planta do bairro na Comarca do município de Poá, naquela época Ferraz ainda era ligado a Mogi das Cruzes.

Com a criação do bairro, Geraldo começou a vender os primeiros loteamentos da história de Ferraz. “Vendi todo o bairro, ao total foram 3.800 lotes, fui o responsável por lotear toda a região”, afirma. Com a chegada de um grande número de habitantes, a Vila Correa começou a se estruturar como bairro.

Apesar da falta de infra-estrutura da região, a facilidade de financiamento á longo prazo, o relativo preço baixo dos terrenos e a proximidade com a linha férrea foram os grandes atrativos para as pessoas se instalarem no bairro.

Geraldo acompanhou de perto o crescimento da Vila Correa e afirma que a localidade se desenvolveu muito ao decorrer dos anos. “Só quem viu o crescimento como eu é que pode falar, cresceu muito”, afirma.

Para se ter uma idéia da mudança, Geraldo relembra que utilizava uma charrete para se deslocar para o Centro da cidade. “Quando precisava ir para o Centro de Ferraz para trabalhar usava a minha charrete. Na época quem tinha este veículo era considerado de classe média”, afirma.

Atuante na cidade, Geraldo foi uma das personalidades que mais ocupou cargos no município. “Fui vereador em 1958, chefe do departamento financeiro do prefeito HugoMazzuka de 62 a 69, escrivão policial, diretor social, tesoureiro, secretario e presidente da Associação Amigos de Ferraz de Vasconcelos e ainda presidi os extintos clubes de futebol Estrela e Associação Ferrazense”, afirma. Ele também foi pioneiro em várias atividades. “Lancei os primeiros impostos da cidade, fiz o primeiro censo e promovi a 1ª Festa da Uva”, completa.

Meu bairro precisa de....

O ex-vereador José Schiavinati, o Zé do Piriquito, está satisfeito com o bairro que mora, porém, revela que a comunidade deveria ter mais uma creche, além de regularizar a situação de algumas moradias irregulares. “O bairro não é tão carente, problemas existem em todos os lugares, mas acredito que falta uma creche para as crianças, além de resolver o problema das invasões, muita gente construiu suas casas na beira do rio que passa aqui pelo bairro, foi um descuido das autoridades, quando a lei chega eles já ocuparam o local”, afirma.

Para o comerciante, Luiz Trevisani, a necessidade maior do bairro é um supermercado, segundo ele, quem mora na localidade tem que se deslocar até o Centro para fazer as compras. Já o lojista Michel Torquato, acredita que o bairro precisa de maior policiamento, pois, há relatos de assaltos recentes aos comércios da região.

Comércio alavanca a economia local

No decorrer dos anos, em detrimento do crescimento da cidade, o Centro acabou ficando pequeno diante do grande número de consumidores e com isso, o centro comercial acabou expandindo para a Vila Correa. Ao longo da Avenida Brasil muitos comerciantes iniciaram os seus empreendimentos na época de 50 e 60, e construíram a sua história de sucesso no bairro, além de alavancar a economia local, gerando renda e
emprego. Acompanhe alguns exemplos a seguir:

Ferro e aço Torquato

Quando chegou na cidade no ano de 1965 o empresário José Francisco Torquato, 58 anos, começou a trabalhar em serralheria em Itaquera, onde aprendeu a profissão e em 74 montou a sua própria empresa na Vila Corrêa.

Na época, segundo Torquato, a situação do bairro era precária. “O comércio era fraco, sem asfalto e muito buraco, cansei de encalhar, não tinha beneficio nenhum”, afirma. E ainda havia o risco de enchentes. “As enchentes aqui era constantes, alagava tudo”, completa.

Em 1985, Torquato além de fabricar também começou a comercializar ferro e aço e em 2001 comprou uma guilhotina e uma viradeira para a produção de chapas e calhas. Com a necessidade de ampliar o leque de produtos em 2005 a empresa comprou máquinas para fazer tela e alambrado. A empresa trabalha com corte, dobra de chapas e toda a linha de serralheria.

Torquato e seu filho Michel Torquato de 32 anos, administram juntos o negócio que empresa atualmente 7 funcionários e ressaltam o desenvolvimento do comércio local. “A Vila Corrêa virou o centro expandido de Ferraz, hoje as pessoas que moram aqui não precisam se deslocar até o Centro”, afirmam.

Materiais para construção Irmãos Correa

O depósito de construção “Irmãos Correa”, localizado na Vila Correa tem este nome não por causa do bairro, mas sim em virtude do sobrenome da família. Os irmãos Correa, sendo eles, Marinho Rodrigues de Souza de 72 anos, Armindo Veloso Correa, Joaquim Veloso Correa e Antonio Veloso Correa, vieram de Portugal para Ferraz de Vasconcelos em 1956.

Ao chegaram na cidade foram trabalhar em uma fábrica de vasos e vendia o produto por todo o Brasil e em 1974 fundaram o empreendimento na Vila Correa, os irmãos foram pioneiros no ramo de materiais para construção da região e hoje evidencia posição de destaque neste mercado graças à sua tradição em bom atendimento, preços atrativos e qualidade dos produtos oferecidos.

De acordo com o gerente Luis Evandro Trevisani de 34 anos, a empresa cresceu muito no decorrer dos anos. “A gente fazia entrega de carroça, aqui era uma fazenda, nós somos uma das primeiras lojas de Ferraz”, afirma.

Além de Ferraz de Vasconcelos, a empresa também possui outra unidade em Poá. O grupo empresarial também é proprietário da distribuidora Cofer de ferro e aço.

A empresa oferece toda a gama de produtos e serviços que vão desde o alicerce até o acabamento, além de oferecer um atendimento diferenciado. “Temos vendedores especializados para tirar todas as dúvidas, o cliente vem com o problema e sai com a solução, além disso, temos o serviço de consultoria com um arquiteto, caso o cliente precise de esclarecimentos técnicos sobre a construção é só nós procurar para agendar um horário”, afirma.

Para obter mais informações ligue para o número 4678-1535 ou compareça na Avenida Brasil, 825 – na Vila Correa.

Auto Peças Vila Correa

Com a evolução da mecânica, surgiu o mercado de auto peças e a Auto Peças Vila Correa foi fundada em 1985, no bairro Vila Correa, em Ferraz de Vasconcelos. Mantendo estoque atualizado e ótimos preços, sempre primou também pelo atendimento personalizado, conquistando a confiança que há 23 anos passa de pai para filho. Mais tarde em 1995, foi re-inaugurada em um espaço mais amplo, na Avenida Brasil, nº 820.

A empresa foi fundada pelo patriarca da família Kerchner, Sr Nelson Kerchner e Carlos Alberto Kerchner, um de seus filhos. Segundo Carlos Alberto a empresa recebeu o nome de Auto Peças Vila Correa, por ser uma homenagem onde está instalada, e a transferência em 1995 para a sede própria com um espaço amplo veio de encontro a missão da empresa, o atendimento de qualidade.

A reinauguração em 1995, recebeu nomes ilustres do futebol, entre os convidados que marcaram presença estavam Raí, Nelsinho e Zeti.
Hoje, a Auto Peças Vila Correa comercializa os principais fabricantes de auto peças e acessórios do país, atendendo a importantes empresas privadas, órgãos públicos e mecânicas e é referencia no município.

A Auto Peças Vila Correa, fica na Avenida Brasil, 820, Vila Correa, é uma empresa que vende qualidade e seus profissionais são altamente qualificado, sendo consultores no ramo de auto peças.

Prefeitura faz planos para a Vila Correa

Bem diferente dos anos 50 quando foi fundada, a Vila Correa hoje é provida de 100% de recapeamento e iluminação das ruas do bairro, porém, mais benefícios são prometidos pela Administração Municipal.

A Prefeitura de Ferraz de Vasconcelos prevê uma série de obras para melhorar a infra-estrutura na Vila Correa, entre elas, a construção do centro educacional do SESI (c/ infra-estrutura de drenagem fluvial no entorno); a construção da Avenida Marginal (que irá da rua Washington Luiz até a passarela da Avenida Brasil o quê implicará na melhoria do trânsito, permitindo transformar a Avenida Brasil, parte central, em via de mão única que criará um pólo de comércio na marginal) e a canalização dos córregos Sítio Paredão e Romanópolis, na divisa com Poá (com regularização fundiária).




 

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